Câmara aprova projeto para resíduos sólidos
A Câmara dos Deputados aprovou, há pouco, projeto de lei do Senado que cria o marco regulatório para os resíduos sólidos.
O projeto dispõe sobre o acondicionamento, a coleta, o tratamento, o transporte e a destinação final dos resíduos de serviços de saúde, incluindo os resíduos sólidos e o lixo hospitalar. O projeto, de origem do Senado Federal, foi apresentado em 1991 e tramita no Congresso há 19 anos.
O projeto estabelece a identificação dos limites de atuação da legislação federal no setor de resíduos sólidos. A proposta também identifica as responsabilidades dos diversos setores pelos resíduos sólidos gerados pela indústria, comércio e saúde, enter outros segmentos, incluindo a elaboração e implementação de planos de gerenciamento desses resíduos.
O texto aprovado também cria um vínculo explícito do plano de gerenciamento dos resíduos ao licenciamento ambiental. Reconhece o papel dos catadores de lixo, além de definir o papel da União e dos estados na gestão destes resíduos.
O projeto dos deputados agora vai retornar ao Senado para ser votado novamente. Ele torna obrigatória a implantação de um local próprio para os produtos como agrotóxicos, pneus, pilhas, baterias e outros produtos.
A proposta também prevê incentivos fiscais para as pessoas jurídicas que atuam na área de reciclagem e para a pessoa jurídica que presta serviços de aterro sanitário e industrial.
*Via Info.
FONTE: http://blog.eco4planet.com/2010/03/camara-aprova-projeto-para-residuos-solidos/
segunda-feira, 15 de março de 2010
segunda-feira, 8 de março de 2010
Desmatamento: Caatinga perdeu 2% de território em seis anos
Por: Guilherme Costa
O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, informou nesta terça-feira, 2 de março, que foram desmatados 16.576 quilômetros quadrados na Caatinga no período que compreende os anos de 2002 a 2008 - valor equivalente a 2% do território do bioma.
Mapeada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), a área é de 826.411 quilômetros quadrados, dos quais 45,39% não existem mais, por conta da devastação.
As informações foram produzidas pelo Centro de Monitoramento Ambiental do Ibama, sob a coordenação da Secretaria de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente.
Minc considerou o número muito alto. “Podemos dizer que equivale proporcionalmente à área desmatada na Amazônia se considerarmos que a Amazônia é cinco vezes maior que a Caatinga”, comparou.
Os estados que mais desmataram foram a Bahia e o Ceará. Juntos, eles desmataram quase 9 mil quilômetros quadrados em seis anos.
Apresentados em evento realizado em Brasília, os dados serão fundamentais para orientar o Plano de Controle do Desmatamento da Caatinga, único bioma exclusivamente brasileiro, e que concentra 60% das áreas suscetíveis à desertificação no Brasil.
*Via EcoDesenvolvimento.
FONTE: http://blog.eco4planet.com/2010/03/desmatamento-caatinga-perdeu-2-de-territorio-em-seis-anos/
Por: Guilherme Costa
O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, informou nesta terça-feira, 2 de março, que foram desmatados 16.576 quilômetros quadrados na Caatinga no período que compreende os anos de 2002 a 2008 - valor equivalente a 2% do território do bioma.
Mapeada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), a área é de 826.411 quilômetros quadrados, dos quais 45,39% não existem mais, por conta da devastação.
As informações foram produzidas pelo Centro de Monitoramento Ambiental do Ibama, sob a coordenação da Secretaria de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente.
Minc considerou o número muito alto. “Podemos dizer que equivale proporcionalmente à área desmatada na Amazônia se considerarmos que a Amazônia é cinco vezes maior que a Caatinga”, comparou.
Os estados que mais desmataram foram a Bahia e o Ceará. Juntos, eles desmataram quase 9 mil quilômetros quadrados em seis anos.
Apresentados em evento realizado em Brasília, os dados serão fundamentais para orientar o Plano de Controle do Desmatamento da Caatinga, único bioma exclusivamente brasileiro, e que concentra 60% das áreas suscetíveis à desertificação no Brasil.
*Via EcoDesenvolvimento.
FONTE: http://blog.eco4planet.com/2010/03/desmatamento-caatinga-perdeu-2-de-territorio-em-seis-anos/
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
III Simpósio de Psicologia Ambiental
O LERHA anuncia que está acontecendo esta semana o seu III Simpósio de Psicologia Ambiental.




Este ano, o nosso Simpósio acontece no Encontro de Gestão Empresarial e Meio Ambiente - ENGEMA.
Assim, cultivamos novas parcerias e alcançamos um público de várias áreas.
Para conferir nossa programação deste ano, é só clicar nas imagens abaixo:


terça-feira, 3 de novembro de 2009
Artigo OPOVO
Dia Mundial sem carro
Terezinha Elias
22 Set 2009 - 02h25min
O Dia Mundial sem carro, 22 de setembro, surgiu na França em 1997. Dez anos depois, envolveram-se neste movimento 1.321 cidades em 38 países. No Brasil, as iniciativas neste sentido surgiram em 2001, através de Ongs e prefeituras, especialmente no Sudeste do país. A Secretaria Nacional de Transporte e Mobilidade Urbana & Semob, vinculada ao Ministério das Cidades do Governo Federal, começou a participar em 2004. Na Unifor, o Laboratório de Estudos das Relações Humano-Ambientais & Lerha vem se engajando nesta luta desde 2008, com estudos, pesquisas e intervenções em torno do tema.
O objetivo desta campanha é chamar a atenção para a necessidade de se repensar o modelo de mobilidade das cidades que hoje se mostra insustentável. O uso abusivo do carro particular tem provocado a ocupação desordenada dos espaços urbanos, onde pedestres e ciclistas disputam, de forma desigual, o direito de circulação. Os espaços de lazer e até mesmo ruas têm sido cada vez mais ocupados com estacionamentos. O tempo gasto nos congestionamentos e o estresse gerado, a poluição sonora e do ar são outras consequências graves, que impactam diretamente a saúde e o bem-estar dos que vivem nos grandes centros.
Todos podemos fazer alguma coisa para amenizar a escalada ascendente do impacto ambiental provocado pelo uso excessivo do automóvel particular. Medidas individuais e coletivas a partir da nossa realidade e das condições de cada pessoa podem ser tomadas: debater o assunto, diminuir os deslocamentos, mesclar as formas de mobilidade (andando também a pé, de bicicleta, de transporte coletivo, de trem...), mobilizar-se em torno da carona, organizar passeios ciclísticos, utilizar carros menores e menos poluentes...enfim, tentar mudar um pouco a nossa vida. Para melhor. Para muito melhor.
Terezinha Elias - Mestre em Educação e Membro do Laboratório de Estudos das Relações Humano-Ambientais-Lerha /Unifor
Dia Mundial sem carro
Terezinha Elias
22 Set 2009 - 02h25min
O Dia Mundial sem carro, 22 de setembro, surgiu na França em 1997. Dez anos depois, envolveram-se neste movimento 1.321 cidades em 38 países. No Brasil, as iniciativas neste sentido surgiram em 2001, através de Ongs e prefeituras, especialmente no Sudeste do país. A Secretaria Nacional de Transporte e Mobilidade Urbana & Semob, vinculada ao Ministério das Cidades do Governo Federal, começou a participar em 2004. Na Unifor, o Laboratório de Estudos das Relações Humano-Ambientais & Lerha vem se engajando nesta luta desde 2008, com estudos, pesquisas e intervenções em torno do tema.
O objetivo desta campanha é chamar a atenção para a necessidade de se repensar o modelo de mobilidade das cidades que hoje se mostra insustentável. O uso abusivo do carro particular tem provocado a ocupação desordenada dos espaços urbanos, onde pedestres e ciclistas disputam, de forma desigual, o direito de circulação. Os espaços de lazer e até mesmo ruas têm sido cada vez mais ocupados com estacionamentos. O tempo gasto nos congestionamentos e o estresse gerado, a poluição sonora e do ar são outras consequências graves, que impactam diretamente a saúde e o bem-estar dos que vivem nos grandes centros.
Todos podemos fazer alguma coisa para amenizar a escalada ascendente do impacto ambiental provocado pelo uso excessivo do automóvel particular. Medidas individuais e coletivas a partir da nossa realidade e das condições de cada pessoa podem ser tomadas: debater o assunto, diminuir os deslocamentos, mesclar as formas de mobilidade (andando também a pé, de bicicleta, de transporte coletivo, de trem...), mobilizar-se em torno da carona, organizar passeios ciclísticos, utilizar carros menores e menos poluentes...enfim, tentar mudar um pouco a nossa vida. Para melhor. Para muito melhor.
Terezinha Elias - Mestre em Educação e Membro do Laboratório de Estudos das Relações Humano-Ambientais-Lerha /Unifor
Alerta mundial
Um dia sem carro em Fortaleza
A ideia, além de alertar a população sobre os efeitos causados pela quantidade excessiva de automóveis em circulação, pretende estimular o uso de meios de transporte menos poluentes.
Gabriela Meneses
Especial para O POVO
gabrielasilva@opovo.com.br
22 Set 2009 - 00h51min
Experimente sair de casa de ônibus, de carona, de bicicleta ou a pé. Deixe o carro na garagem e tente novas opções de deslocamento para o trabalho ou para a escola. Aproveite para observar as pessoas, os trajetos e a cidade. Hoje, no Dia Mundial sem Carro, a população da Capital terá a oportunidade de repensar o modelo de mobilidade da cidade, que se tornou caótico, por conta do grande número de automóveis em circulação - mais de 600 mil veículos, segundo o Departamento de Trânsito do Ceará (Detran).
De acordo com a professora de Psicologia Ambiental e coordenadora do Laboratório de Estudos das Relações Humano Ambientais (Lerha) da Universidade de Fortaleza (Unifor), Sylvia Cavalcante, na Capital, o atual modelo de mobilidade é centrado no carro individual. Conforme a professora, esse modelo incentiva o aumento no número de veículos em circulação, causando a poluição sonora, a poluição do ar, e, consequentemente, os problemas respiratórios.
Modelo
Para ela, o modelo do carro individual prejudica ainda a relação entre as pessoas. ``É estressante. As pessoas não desfrutam mais dos espaços de encontro da cidade. Elas se restringem ao carro e à casa``, comenta. No entanto, Sylvia Cavalcante reconhece a dificuldade de deixar o carro na garagem, principalmente em uma cidade cujo transporte coletivo não funciona de forma eficaz. Ela sugere, então, o uso da carona como uma alternativa.
Já o economista e ambientalista Josael Jario Santos Lima, aposta na bicicleta como uma boa opção para diminuir os problemas causados pelo tráfego. Ela é ecologicamente correta, pois não emite gases poluentes``, ressalta. Além disso, ele que pedala diariamente garante que a bicicleta se tornou um meio de transporte rápido. ``Gasto 30 minutos pedalando de casa para o trabalho. Já peguei ônibus para ir ao trabalho e cheguei a gastar cerca de uma hora``, conta.
Para tirar a dúvida e identificar qual o melhor transporte para se deslocar em Fortaleza, hoje, às 18 horas, quando o tráfego é intenso na Capital, um grupo de ambientalistas voluntários participará do I Desafio Intermodal de Fortaleza. Utilizando ônibus, bicicletas, carros e motos, eles vão sair em dois grupos da Praça da Estação, no Centro, em direção aos terminais do Papicu e do Antônio Bezerra.
Para verificar exatamente qual o tempo gasto para cumprir o percurso combinado, uma equipe estará dividida entre os três pontos, garantindo o horário de saída e marcando o momento da chegada de cada participante. Nos terminais, os voluntários vão responder a um questionário de avaliação do transporte utilizado, que levará em conta a eficiência em relação ao custo, velocidade média, conforto, segurança, interação com a cidade e emissão de gases poluentes.
E-Mais
Em adesão ao Dia Mundial Sem Carro, os vereadores Salmito Filho (PT), Guilherme Sampaio (PT), Joaquim Rocha (PV), Marcelo Mendes (PTC), Leonelzinho Alencar (PTdoB) e João Alfredo (Psol) se comprometeram a ir à Câmara Municipal, utilizando bicicletas. O grupo se encontrará às 8h30min, no cruzamento entre as avenidas Virgílio Távora e Antônio Sales.
O Dia Mundial Sem Carro, 22 de setembro, surgiu na França em 1997. Dez anos depois, envolveram-se neste movimento 1.321 cidades em 38 países. No Brasil, as iniciativas surgiram em 2001, através de algumas ONGs e prefeituras municipais, especialmente no Sudeste.
COMO AJUDAR A MELHORAR O TRÂNSITO
EXERCITE A CARONA SOLIDÁRIA
Dê carona. Se os vizinhos
vão se deslocar no mesmo sentido que você, combine esquemas com eles.
INCENTIVE SUA EMPRESA A ADOTAR A CARONA EMPRESARIAL
A empresa pode criar um sistema de transporte coletivo que ligue pontos de ônibus à sede, transportando seus funcionários com segurança e tirando alguns carros das ruas.
EVITE TRÂNSITO
Se você trabalha perto de casa, vá a pé ou de bicicleta. Procure rotas alternativas, evitando as vias mais congestionadas e com maior concentração de poluentes emitidos pelos veículos.
Se você tem uma bicicleta, use-a em pequenos deslocamentos
DESCUBRA SUA CIDADE A PÉ
Incluir trajetos a pé no seu dia-a-dia faz você mais saudável e diminui o estresse provocado pelo corre-corre.
USE TRANSPORTE COLETIVO
Procure usar ônibus e trens para fazer seus deslocamentos ou parte deles.
CENTROS COMERCIAIS TAMBÉM PODEM AJUDAR
Se você trabalha em um centro comercial, fale para implantar um bicicletário no estacionamento.
Um dia sem carro em Fortaleza
A ideia, além de alertar a população sobre os efeitos causados pela quantidade excessiva de automóveis em circulação, pretende estimular o uso de meios de transporte menos poluentes.
Gabriela Meneses
Especial para O POVO
gabrielasilva@opovo.com.br
22 Set 2009 - 00h51min
Experimente sair de casa de ônibus, de carona, de bicicleta ou a pé. Deixe o carro na garagem e tente novas opções de deslocamento para o trabalho ou para a escola. Aproveite para observar as pessoas, os trajetos e a cidade. Hoje, no Dia Mundial sem Carro, a população da Capital terá a oportunidade de repensar o modelo de mobilidade da cidade, que se tornou caótico, por conta do grande número de automóveis em circulação - mais de 600 mil veículos, segundo o Departamento de Trânsito do Ceará (Detran).
De acordo com a professora de Psicologia Ambiental e coordenadora do Laboratório de Estudos das Relações Humano Ambientais (Lerha) da Universidade de Fortaleza (Unifor), Sylvia Cavalcante, na Capital, o atual modelo de mobilidade é centrado no carro individual. Conforme a professora, esse modelo incentiva o aumento no número de veículos em circulação, causando a poluição sonora, a poluição do ar, e, consequentemente, os problemas respiratórios.
Modelo
Para ela, o modelo do carro individual prejudica ainda a relação entre as pessoas. ``É estressante. As pessoas não desfrutam mais dos espaços de encontro da cidade. Elas se restringem ao carro e à casa``, comenta. No entanto, Sylvia Cavalcante reconhece a dificuldade de deixar o carro na garagem, principalmente em uma cidade cujo transporte coletivo não funciona de forma eficaz. Ela sugere, então, o uso da carona como uma alternativa.
Já o economista e ambientalista Josael Jario Santos Lima, aposta na bicicleta como uma boa opção para diminuir os problemas causados pelo tráfego. Ela é ecologicamente correta, pois não emite gases poluentes``, ressalta. Além disso, ele que pedala diariamente garante que a bicicleta se tornou um meio de transporte rápido. ``Gasto 30 minutos pedalando de casa para o trabalho. Já peguei ônibus para ir ao trabalho e cheguei a gastar cerca de uma hora``, conta.
Para tirar a dúvida e identificar qual o melhor transporte para se deslocar em Fortaleza, hoje, às 18 horas, quando o tráfego é intenso na Capital, um grupo de ambientalistas voluntários participará do I Desafio Intermodal de Fortaleza. Utilizando ônibus, bicicletas, carros e motos, eles vão sair em dois grupos da Praça da Estação, no Centro, em direção aos terminais do Papicu e do Antônio Bezerra.
Para verificar exatamente qual o tempo gasto para cumprir o percurso combinado, uma equipe estará dividida entre os três pontos, garantindo o horário de saída e marcando o momento da chegada de cada participante. Nos terminais, os voluntários vão responder a um questionário de avaliação do transporte utilizado, que levará em conta a eficiência em relação ao custo, velocidade média, conforto, segurança, interação com a cidade e emissão de gases poluentes.
E-Mais
Em adesão ao Dia Mundial Sem Carro, os vereadores Salmito Filho (PT), Guilherme Sampaio (PT), Joaquim Rocha (PV), Marcelo Mendes (PTC), Leonelzinho Alencar (PTdoB) e João Alfredo (Psol) se comprometeram a ir à Câmara Municipal, utilizando bicicletas. O grupo se encontrará às 8h30min, no cruzamento entre as avenidas Virgílio Távora e Antônio Sales.
O Dia Mundial Sem Carro, 22 de setembro, surgiu na França em 1997. Dez anos depois, envolveram-se neste movimento 1.321 cidades em 38 países. No Brasil, as iniciativas surgiram em 2001, através de algumas ONGs e prefeituras municipais, especialmente no Sudeste.
COMO AJUDAR A MELHORAR O TRÂNSITO
EXERCITE A CARONA SOLIDÁRIA
Dê carona. Se os vizinhos
vão se deslocar no mesmo sentido que você, combine esquemas com eles.
INCENTIVE SUA EMPRESA A ADOTAR A CARONA EMPRESARIAL
A empresa pode criar um sistema de transporte coletivo que ligue pontos de ônibus à sede, transportando seus funcionários com segurança e tirando alguns carros das ruas.
EVITE TRÂNSITO
Se você trabalha perto de casa, vá a pé ou de bicicleta. Procure rotas alternativas, evitando as vias mais congestionadas e com maior concentração de poluentes emitidos pelos veículos.
Se você tem uma bicicleta, use-a em pequenos deslocamentos
DESCUBRA SUA CIDADE A PÉ
Incluir trajetos a pé no seu dia-a-dia faz você mais saudável e diminui o estresse provocado pelo corre-corre.
USE TRANSPORTE COLETIVO
Procure usar ônibus e trens para fazer seus deslocamentos ou parte deles.
CENTROS COMERCIAIS TAMBÉM PODEM AJUDAR
Se você trabalha em um centro comercial, fale para implantar um bicicletário no estacionamento.
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Dia Mundial Sem Carro
O Dia Mundial Sem Carro, 22 de setembro, surgiu na França em 1997. Dez anos depois, envolveram-se neste movimento 1.321 cidades em 38 países. No Brasil, as iniciativas neste sentido surgiram em 2001, através da iniciativa de algumas ONGs e prefeituras municipais, especialmente no sudeste do país. A Secretaria Nacional de Transporte e Mobilidade Urbana - SEMOB, vinculada ao Ministério das Cidades do Governo Federal, começou a participar em 2004. Na UNIFOR, o Laboratório de Estudos e Pesquisas das Relações Humano-Ambientais – LERHA – vem se engajando nesta luta desde 2008, com estudos, pesquisas e intervenções em torno do tema.
O objetivo deste dia é chamar atenção para a necessidade de repensar o modelo de mobilidade das cidades, que se mostra insustentável. O uso abusivo do carro particular tem provocado a ocupação desordenada dos espaços urbanos, onde pedestres e ciclistas disputam, de forma desigual, o direito de circulação. Os espaços de lazer e até mesmo ruas e avenidas têm sido cada vez mais usados como estacionamentos. A poluição sonora e do ar é outra conseqüência grave, que impacta diretamente a saúde e o bem-estar dos que vivem nos grandes centros. O uso de energia não renovável, o grande descarte de sucatas, entre outras ações humanas, acabam por contribuir para o esgotamento dos recursos naturais do planeta.
Todos nós podemos fazer alguma coisa para amenizar esta escalada ascendente o impacto ambiental provocado pelo uso excessivo do automóvel particular. Medidas individuais e coletivas podem ser tomadas a partir da nossa realidade e das condições de cada pessoa, como, por exemplo:
Diminuir os deslocamentos.
Buscar mesclar as formas de mobilidade, andando também a pé, de bicicleta, de transporte coletivo, de trem.
Mobilizar-se em torno da carona.
Utilizar carros menores e menos poluentes.
Evitar, quando possível, os horários de pico (rush).
Fazer a manutenção periódica do carro para minimizar desperdícios.
Organizar passeios ciclísticos.
Conversar com familiares, colegas e amigos sobre o assunto.
Enviar mensagens eletrônicas sobre o tema.
Organizar debates sobre esta questão.
Para este momento o LERHA estimula a CARONA entre conhecidos.
Sites que discutem este assunto:
- www.envolverde.ig.com.br
- www.silcon.com.br
- www.cidades.gov.br
- www.ruaviva.org.br
- www.nossasaopaulo.org.br
O Dia Mundial Sem Carro, 22 de setembro, surgiu na França em 1997. Dez anos depois, envolveram-se neste movimento 1.321 cidades em 38 países. No Brasil, as iniciativas neste sentido surgiram em 2001, através da iniciativa de algumas ONGs e prefeituras municipais, especialmente no sudeste do país. A Secretaria Nacional de Transporte e Mobilidade Urbana - SEMOB, vinculada ao Ministério das Cidades do Governo Federal, começou a participar em 2004. Na UNIFOR, o Laboratório de Estudos e Pesquisas das Relações Humano-Ambientais – LERHA – vem se engajando nesta luta desde 2008, com estudos, pesquisas e intervenções em torno do tema.
O objetivo deste dia é chamar atenção para a necessidade de repensar o modelo de mobilidade das cidades, que se mostra insustentável. O uso abusivo do carro particular tem provocado a ocupação desordenada dos espaços urbanos, onde pedestres e ciclistas disputam, de forma desigual, o direito de circulação. Os espaços de lazer e até mesmo ruas e avenidas têm sido cada vez mais usados como estacionamentos. A poluição sonora e do ar é outra conseqüência grave, que impacta diretamente a saúde e o bem-estar dos que vivem nos grandes centros. O uso de energia não renovável, o grande descarte de sucatas, entre outras ações humanas, acabam por contribuir para o esgotamento dos recursos naturais do planeta.
Todos nós podemos fazer alguma coisa para amenizar esta escalada ascendente o impacto ambiental provocado pelo uso excessivo do automóvel particular. Medidas individuais e coletivas podem ser tomadas a partir da nossa realidade e das condições de cada pessoa, como, por exemplo:
Diminuir os deslocamentos.
Buscar mesclar as formas de mobilidade, andando também a pé, de bicicleta, de transporte coletivo, de trem.
Mobilizar-se em torno da carona.
Utilizar carros menores e menos poluentes.
Evitar, quando possível, os horários de pico (rush).
Fazer a manutenção periódica do carro para minimizar desperdícios.
Organizar passeios ciclísticos.
Conversar com familiares, colegas e amigos sobre o assunto.
Enviar mensagens eletrônicas sobre o tema.
Organizar debates sobre esta questão.
Para este momento o LERHA estimula a CARONA entre conhecidos.
Sites que discutem este assunto:
- www.envolverde.ig.com.br
- www.silcon.com.br
- www.cidades.gov.br
- www.ruaviva.org.br
- www.nossasaopaulo.org.br
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
CFP realiza debate on line Desafios da Psicologia na Interface do Trânsito com a Mobilidade.
Com o objetivo de iniciar as discussões e preparar os profissionais envolvidos ou interessados no tema para o Seminário Nacional Psicologia e Mobilidade: o espaço público como um direito de todos, que será realizado em outubro, o Conselho Federal de Psicologia promoverá o debate on line Desafios da Psicologia na Interface do Trânsito com a Mobilidade, na sede do CFP, em Brasília, dia 21 de agosto de 2009, às 19 horas.
O debate será transmitido, via internet, no endereço www.pol.org.br, para todo o país.
Essa discussão terá como foco a multiplicidade e a complexidade do sistema trânsito e mobilidade, ampliando a perspectiva do psicólogo na área, para além das avaliações psicológicas.
O CFP entende que o trânsito e a mobilidade são transversais a diversos temas e estão presentes na maioria das relações sociais. Por isso, a atuação do profissional da Psicologia não pode ser dirigida apenas à avaliação psicológica de motoristas.
As relações sociais e de poder vivenciadas cotidianamente refletem no trânsito, e extrapolam a Psicologia, atingindo questões como consumo, poder, segurança, rapidez, velocidade, subjetividade, independência, organização social, estrutura das cidades, deslocamento, mobilidade, cultura, entre tantas outras.
O público-alvo são estudantes, profissionais e pesquisadores de diversas áreas, bem como as demais pessoas interessadas na temática.
Dessa forma, o debate conta com a seguinte configuração:
Coordenação:
• Andréa dos S. Nascimento – Conselheira do CFP
Palestrantes/debatedores:
• Prof Dra. Amélia Luisa Damiani - Doutora em Geografia Humana, docente da Universidade de São Paulo – USPTema: A mobilidade na estruturação da vida cotidiana.
• Marcos Bicalho – Superintendente Associação Nacional de Transportes Públicos – ANTPTema: Mobilidade e espaço público: direito de ir e vir.
• Prof. Dra Edinilsa Ramos de Souza – Psicóloga, doutora em Saúde Pública, pesquisadora e docente da Fundação Oswaldo Cruz – FiocruzTema: Trânsito versus Mobilidade: Antagonismo ou Complementaridade? A visão da Saúde Pública
Participe e divulgue.
Em breve, mais informações sobre o Seminário no site www.pol.org.br
Com o objetivo de iniciar as discussões e preparar os profissionais envolvidos ou interessados no tema para o Seminário Nacional Psicologia e Mobilidade: o espaço público como um direito de todos, que será realizado em outubro, o Conselho Federal de Psicologia promoverá o debate on line Desafios da Psicologia na Interface do Trânsito com a Mobilidade, na sede do CFP, em Brasília, dia 21 de agosto de 2009, às 19 horas.
O debate será transmitido, via internet, no endereço www.pol.org.br, para todo o país.
Essa discussão terá como foco a multiplicidade e a complexidade do sistema trânsito e mobilidade, ampliando a perspectiva do psicólogo na área, para além das avaliações psicológicas.
O CFP entende que o trânsito e a mobilidade são transversais a diversos temas e estão presentes na maioria das relações sociais. Por isso, a atuação do profissional da Psicologia não pode ser dirigida apenas à avaliação psicológica de motoristas.
As relações sociais e de poder vivenciadas cotidianamente refletem no trânsito, e extrapolam a Psicologia, atingindo questões como consumo, poder, segurança, rapidez, velocidade, subjetividade, independência, organização social, estrutura das cidades, deslocamento, mobilidade, cultura, entre tantas outras.
O público-alvo são estudantes, profissionais e pesquisadores de diversas áreas, bem como as demais pessoas interessadas na temática.
Dessa forma, o debate conta com a seguinte configuração:
Coordenação:
• Andréa dos S. Nascimento – Conselheira do CFP
Palestrantes/debatedores:
• Prof Dra. Amélia Luisa Damiani - Doutora em Geografia Humana, docente da Universidade de São Paulo – USPTema: A mobilidade na estruturação da vida cotidiana.
• Marcos Bicalho – Superintendente Associação Nacional de Transportes Públicos – ANTPTema: Mobilidade e espaço público: direito de ir e vir.
• Prof. Dra Edinilsa Ramos de Souza – Psicóloga, doutora em Saúde Pública, pesquisadora e docente da Fundação Oswaldo Cruz – FiocruzTema: Trânsito versus Mobilidade: Antagonismo ou Complementaridade? A visão da Saúde Pública
Participe e divulgue.
Em breve, mais informações sobre o Seminário no site www.pol.org.br
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