quarta-feira, 19 de dezembro de 2007
sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
Fotos Trilha Ambiental
::
Nossa visita ao Passeio Público foi um sucesso!
Contamos com a presença Professor Domingos Linheiro, especialista em Patrimônio Histórico, que nos deu explicações sobre a importância desta praça para a cidade, sua história e mais recente reforma, bem como os desafios de sua manutenção.
Além dos integrantes do LERHA, e de alunos dos Cursos de Arquitetura e Psicologia da Unifor, também estava presente a Professora Rosângela Fernandes.
Já estamos elaborando o calendário das visitas para o próximo ano!
Se quiser cadastrar seu e-mail para receber as informações do LERHA, nos envie um e-mail com seu nome completo, curso e instituição para:
lerhaunifor@gmail.com
E você já sabe: qualquer dúvida, entre em contato conosco!














.
Nossa visita ao Passeio Público foi um sucesso!
Contamos com a presença Professor Domingos Linheiro, especialista em Patrimônio Histórico, que nos deu explicações sobre a importância desta praça para a cidade, sua história e mais recente reforma, bem como os desafios de sua manutenção.
Além dos integrantes do LERHA, e de alunos dos Cursos de Arquitetura e Psicologia da Unifor, também estava presente a Professora Rosângela Fernandes.
Já estamos elaborando o calendário das visitas para o próximo ano!
Se quiser cadastrar seu e-mail para receber as informações do LERHA, nos envie um e-mail com seu nome completo, curso e instituição para:
lerhaunifor@gmail.com
E você já sabe: qualquer dúvida, entre em contato conosco!














.
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
Projeto Trilha Ambiental
::

O LERHA está implementando, a partir deste mês, o projeto Trilha Ambiental: um programa de passeios/visitas a lugares de nossa cidade, interessantes de serem observados por aqueles que estudam as relações pessoa-ambiente.
Nossa primeira visita será nesta quinta-feira, dia 06 de Dezembro, para o Passeio Público.
A Unifor nos disponibilizou um ônibus para o evento.
O ponto de encontro será às 08:30 da manhã, em frente ao Bloco D.
Quem tiver interesse de participar da Trilha Ambiental entre em contato conosco pelo email do LERHA
lerhaunifor@gmail.com
[vagas limitadas!]
Até breve!

segunda-feira, 26 de novembro de 2007
CERTIFICADOS SIMPÓSIO LERHA
::
Informamos que os Certificados de Participação no Simpósio de Psicologia Ambiental realizado pelo LERHA na Unifor já estão sendo entregues.
Aquele que não receber seu certificado por e-mail até o final desta semana, por favor entre em contato conosco pelo e-mail do LERHA:
lerhaunifor@gmail.com
Lembramos que só receberão o certificado aqueles cuja presença foi registrada no Simpósio.
Qualquer dúvida, estamos à disposição.

.
Informamos que os Certificados de Participação no Simpósio de Psicologia Ambiental realizado pelo LERHA na Unifor já estão sendo entregues.
Aquele que não receber seu certificado por e-mail até o final desta semana, por favor entre em contato conosco pelo e-mail do LERHA:
lerhaunifor@gmail.com
Lembramos que só receberão o certificado aqueles cuja presença foi registrada no Simpósio.
Qualquer dúvida, estamos à disposição.

.
domingo, 18 de novembro de 2007
BIBLIOGRAFIA PSICOLOGIA AMBIENTAL
::
Para aqueles que querem começar suas leituras na área de PA, montamos uma Bibliografia Básica, de bom tamanho para ir começando a entender mais sobre essa inter-relação entre pessoas e ambientes.

Quem quiser ter acesso à bibliografia, já com link para os artigos completos, entre em nosso site de bibliografias:
http://lerhabilio.blogspot.com/
Quem quiser baixar a lista, vá aqui.
.
Para aqueles que querem começar suas leituras na área de PA, montamos uma Bibliografia Básica, de bom tamanho para ir começando a entender mais sobre essa inter-relação entre pessoas e ambientes.

Quem quiser ter acesso à bibliografia, já com link para os artigos completos, entre em nosso site de bibliografias:
http://lerhabilio.blogspot.com/
Quem quiser baixar a lista, vá aqui.
.
sábado, 17 de novembro de 2007
ÁGUA
::
Capitais perdem 45% da água captada para consumo
Quase metade da água produzida para abastecimento nas capitais brasileiras é desperdiçada antes de chegar às torneiras do consumidor. Os vazamentos na rede de distribuição das 27 capitais são responsáveis pela perda de 45% - 6,14 milhões de litros - da água retirada todos os dias dos mananciais que abastecem mais de 43 milhões moradores dessas cidades. A água perdida diariamente nas capitais seria suficiente para abastecer 38 milhões de pessoas por dia.
Esses números integram o estudo Abastecimento de Água e Esgotamento Sanitário nas Capitais Brasileiras, do Instituto Socioambiental (ISA), baseado em dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), do Ministério das Cidades. A nova versão do levantamento será divulgada no próximo dia 21.
A campeã nacional de desperdício é Porto Velho, com 78,8% de perda. A capital de Rondônia também é o município com menor cobertura de água, onde apenas uma pequena parcela da população tem acesso ao serviço. Brasília, com 27,3% e São Paulo, com 30,8%, são as que menos desperdiçam. Os moradores de Manaus são os que mais pagam pelo litro de água tratada: R$ 2,15. No outro extremo, está a população de Boa Vista: R$ 1,11. Apenas seis capitais - Goiânia, Palmas, Salvador, São Luís, Vitória e Belo Horizonte - atendem à totalidade de sua população com rede de distribuição de água.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
.
Capitais perdem 45% da água captada para consumo
Quase metade da água produzida para abastecimento nas capitais brasileiras é desperdiçada antes de chegar às torneiras do consumidor. Os vazamentos na rede de distribuição das 27 capitais são responsáveis pela perda de 45% - 6,14 milhões de litros - da água retirada todos os dias dos mananciais que abastecem mais de 43 milhões moradores dessas cidades. A água perdida diariamente nas capitais seria suficiente para abastecer 38 milhões de pessoas por dia.
Esses números integram o estudo Abastecimento de Água e Esgotamento Sanitário nas Capitais Brasileiras, do Instituto Socioambiental (ISA), baseado em dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), do Ministério das Cidades. A nova versão do levantamento será divulgada no próximo dia 21.
A campeã nacional de desperdício é Porto Velho, com 78,8% de perda. A capital de Rondônia também é o município com menor cobertura de água, onde apenas uma pequena parcela da população tem acesso ao serviço. Brasília, com 27,3% e São Paulo, com 30,8%, são as que menos desperdiçam. Os moradores de Manaus são os que mais pagam pelo litro de água tratada: R$ 2,15. No outro extremo, está a população de Boa Vista: R$ 1,11. Apenas seis capitais - Goiânia, Palmas, Salvador, São Luís, Vitória e Belo Horizonte - atendem à totalidade de sua população com rede de distribuição de água.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
.
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
AMBIENTE E DINHEIRO
::
Segurança
Luís Fernando Veríssimo
O ponto de venda mais forte do condomínio era a sua segurança.
Havia as belas casas, os jardins, os playgrounds, as piscinas, mas havia, acima de tudo, segurança.
Toda a área era cercada por um muro alto. Havia um portão principal com muitos guardas que controlavam tudo por um circuito fechado de TV Só entravam no condomínio os proprietários e visitantes devidamente identificados e crachados.
Mas os assaltos começaram assim mesmo. Ladrões pulavam os muros e assaltavam as casas.
Os condôminos decidiram colocar torres com guardas ao longo do muro alto.
Nos quatro lados. As inspeções tornaram-se mais rigorosas no portão de entrada. Agora não só os visitantes eram obrigados a usar crachá.
Os proprietários e seus familiares também. Não passava ninguém pelo portão sem se identificar para a guarda. Nem as babás. Nem os bebês.
Mas os assaltos continuaram.
Decidiram eletrificar os muros.
Houve protestos, mas no fim todos concordaram. O mais importante era a segurança. Quem tocasse no fio de alta tensão em cima do muro morreria eletrocutado. Se não morresse, atrairia para o local um batalhão de guardas com ordens de atirar para matar.
Mas os assaltos continuaram.
Grades nas janelas de todas as casas. Era o jeito. Mesmo se os ladrões ultrapassassem os altos muros, e o fio de alta tensão, e as patrulhas, e os cachorros, e a segunda cerca, de arame farpado, erguida dentro do perímetro, não conseguiriam entrar nas casas.
Todas as janelas foram engradadas.
Mas os assaltos continuaram.
Foi feito um apelo para que as pessoas saíssem de casa o mínimo possível.
Dois assaltantes tinham entrado no condomínio no banco de trás do carro de um proprietário, com um revólver apontado para a sua nuca. Assaltaram a casa, depois saíram no carro roubado, com crachás roubados.
Além do controle das entradas, passou a ser feito um rigoroso controle das saídas.
Para sair, só com um exame demorado do crachá e com autorização expressa da guarda, que não queria conversa nem aceitava suborno.
Mas os assaltos continuaram.
Foi reforçada a guarda. Construíram uma terceira cerca. As famílias de mais posses, com mais coisas para serem roubadas, mudaram-se para uma chamada área de segurança máxima. E foi tomada uma medida extrema. Ninguém pode entrar no condomínio. Ninguém. Visitas, só num local predeterminado pela guarda, sob sua severa vigilância e por curtos períodos.
E ninguém pode sair.
Agora, a segurança é completa.
Não tem havido mais assaltos.
Ninguém precisa temer pelo seu patrimônio. Os ladrões que passam pela calçada só conseguem espiar através do grande portão de ferro e talvez avistar um ou outro condômino agarrado às grades da sua casa, olhando melancolicamente para a rua.
Mas surgiu outro problema.
As tentativas de fuga. E há motins constantes de condôminos que tentam de qualquer maneira atingir a liberdade.
A guarda tem sido obrigada a agir com energia.

::
Em nosso Simpósio de Psicologia Ambiental, na mesa redonda de Urbanismo e Psicologia Ambiental, a palestrante Rosângela Fernandes, Dra. em Sociologia e Profa. da Unifor e Uece, trouxe um texto do colunista Nazareno Albuquerque, em que ele, ironicamente, discute a temática Dinheiro X Ambiente.
Segue, abaixo, a reprodução desse texto.
E logo em seguida, um vídeo da organização WWF [World Wild Fund] sobre essa mesma relação Dinheiro X Ambiente.
TEXTO:
O empresário Ivens Dias Branco vai construir uma cidade. É, uma grande cidade do futuro. Na última sexta-feira, o Conselho Estadual do Meio Ambiente (Coema), aprovou por unanimidade o projeto da Cidade M. Dias Branco, um complexo de 1.924 hectares que vai muito além da imaginação mais ousada. O imóvel do empreendimento, cujos estudos urbanísticos foram coordenados pelo competente arquiteto Luiz Deusdará, do escritório Muniz Deusdará e que envolveu inclusive escritórios europeus, fica localizado no Eusébio, por trás da Fábrica Fortaleza, e, quando mostrado por Deusdará ao repórter, deu a sensação de contemplar a maquete de uma cidade de brinquedo, como os sonhos dos personagens Jetsons. Mas vai ser uma cidade de verdade. Tem aeroporto de passageiros e cargas ? Tem; Tem escolas e universidade ? Tem; Tem área de produção tecnológica ? Tem; com Centro de Convenções e Feiras ? Sim; Tem usina de lixo ? Tem, com biodigestor; Tem energia limpa para alimentar a cidade ? Tem; lojas, escritórios, bancos, serviços profissionais e central atacadista ? Tem; O abastecimento d'água ? É próprio e de água mineral; Saneamento ? Tem, claro; Para importar e exportar tem central aduaneira ? Moderníssima; Comunicação por satélite? Exclusiva; Vias largas e calçadões ? Óbvio. O valor do investimento ? A estimar, pois não é um prédio. É uma cidade. Negócio de bilhões.
Pense num bairro onde você gostaria de viver na era tecnológica. Vai ser lá. Do total de quase 2.000 hectares, 72% se destinam a habitações distribuídas em padrões que vão de classe média ( 8 salários mínimos)a aero-condomínios, moradias de altos empresários e executivos que desejem desembarcar dos seus aviões executivos à porta de casa, como existe atualmente nos Estados Unidos.
O mais fantástico é imaginar viver em uma cidade auto-sustentável onde os serviços de gestão urbana funcionam, não há lixo na rua, não há poluição sonora nem visual, a segurança é eletrônica metro a metro e onde a tecnologia responde a todas as funções, inclusive com acesso a Internet em todos os espaços, em casa ou no trabalho, via satélite. Tudo operando como um equipamento de alta precisão. Este é o novo sonho de Ivens Dias Branco, com parcerias nacionais e internacionais de envergadura. E se o sonho é de Ivens, que em dois anos construiu um porto marítimo completo na Bahia com um parque industrial, é porque não é mais sonho. A terraplenagem vai começar já em 2007. O anúncio de Ano Novo deste admirável cearense, através da coluna, não poderia ser mais esplêndido.
link: http://www.opovo.com.br/opovo/colunas/deolhonodinheiro/657838.html
VÍDEO:
(não deixem de notar a irônica música do vídeo)
> EM BREVE: FOTOS DO NOSSO SIMPÓSIO!!!
.
Segurança
Luís Fernando Veríssimo
O ponto de venda mais forte do condomínio era a sua segurança.
Havia as belas casas, os jardins, os playgrounds, as piscinas, mas havia, acima de tudo, segurança.
Toda a área era cercada por um muro alto. Havia um portão principal com muitos guardas que controlavam tudo por um circuito fechado de TV Só entravam no condomínio os proprietários e visitantes devidamente identificados e crachados.
Mas os assaltos começaram assim mesmo. Ladrões pulavam os muros e assaltavam as casas.
Os condôminos decidiram colocar torres com guardas ao longo do muro alto.
Nos quatro lados. As inspeções tornaram-se mais rigorosas no portão de entrada. Agora não só os visitantes eram obrigados a usar crachá.
Os proprietários e seus familiares também. Não passava ninguém pelo portão sem se identificar para a guarda. Nem as babás. Nem os bebês.
Mas os assaltos continuaram.
Decidiram eletrificar os muros.
Houve protestos, mas no fim todos concordaram. O mais importante era a segurança. Quem tocasse no fio de alta tensão em cima do muro morreria eletrocutado. Se não morresse, atrairia para o local um batalhão de guardas com ordens de atirar para matar.
Mas os assaltos continuaram.
Grades nas janelas de todas as casas. Era o jeito. Mesmo se os ladrões ultrapassassem os altos muros, e o fio de alta tensão, e as patrulhas, e os cachorros, e a segunda cerca, de arame farpado, erguida dentro do perímetro, não conseguiriam entrar nas casas.
Todas as janelas foram engradadas.
Mas os assaltos continuaram.
Foi feito um apelo para que as pessoas saíssem de casa o mínimo possível.
Dois assaltantes tinham entrado no condomínio no banco de trás do carro de um proprietário, com um revólver apontado para a sua nuca. Assaltaram a casa, depois saíram no carro roubado, com crachás roubados.
Além do controle das entradas, passou a ser feito um rigoroso controle das saídas.
Para sair, só com um exame demorado do crachá e com autorização expressa da guarda, que não queria conversa nem aceitava suborno.
Mas os assaltos continuaram.
Foi reforçada a guarda. Construíram uma terceira cerca. As famílias de mais posses, com mais coisas para serem roubadas, mudaram-se para uma chamada área de segurança máxima. E foi tomada uma medida extrema. Ninguém pode entrar no condomínio. Ninguém. Visitas, só num local predeterminado pela guarda, sob sua severa vigilância e por curtos períodos.
E ninguém pode sair.
Agora, a segurança é completa.
Não tem havido mais assaltos.
Ninguém precisa temer pelo seu patrimônio. Os ladrões que passam pela calçada só conseguem espiar através do grande portão de ferro e talvez avistar um ou outro condômino agarrado às grades da sua casa, olhando melancolicamente para a rua.
Mas surgiu outro problema.
As tentativas de fuga. E há motins constantes de condôminos que tentam de qualquer maneira atingir a liberdade.
A guarda tem sido obrigada a agir com energia.

::
Em nosso Simpósio de Psicologia Ambiental, na mesa redonda de Urbanismo e Psicologia Ambiental, a palestrante Rosângela Fernandes, Dra. em Sociologia e Profa. da Unifor e Uece, trouxe um texto do colunista Nazareno Albuquerque, em que ele, ironicamente, discute a temática Dinheiro X Ambiente.
Segue, abaixo, a reprodução desse texto.
E logo em seguida, um vídeo da organização WWF [World Wild Fund] sobre essa mesma relação Dinheiro X Ambiente.
TEXTO:
JORNAL O POVO - COLUNA DE OLHO NO DINHEIRO
Cidade dos sonhos
Nazareno Albuquerque
O empresário Ivens Dias Branco vai construir uma cidade. É, uma grande cidade do futuro. Na última sexta-feira, o Conselho Estadual do Meio Ambiente (Coema), aprovou por unanimidade o projeto da Cidade M. Dias Branco, um complexo de 1.924 hectares que vai muito além da imaginação mais ousada. O imóvel do empreendimento, cujos estudos urbanísticos foram coordenados pelo competente arquiteto Luiz Deusdará, do escritório Muniz Deusdará e que envolveu inclusive escritórios europeus, fica localizado no Eusébio, por trás da Fábrica Fortaleza, e, quando mostrado por Deusdará ao repórter, deu a sensação de contemplar a maquete de uma cidade de brinquedo, como os sonhos dos personagens Jetsons. Mas vai ser uma cidade de verdade. Tem aeroporto de passageiros e cargas ? Tem; Tem escolas e universidade ? Tem; Tem área de produção tecnológica ? Tem; com Centro de Convenções e Feiras ? Sim; Tem usina de lixo ? Tem, com biodigestor; Tem energia limpa para alimentar a cidade ? Tem; lojas, escritórios, bancos, serviços profissionais e central atacadista ? Tem; O abastecimento d'água ? É próprio e de água mineral; Saneamento ? Tem, claro; Para importar e exportar tem central aduaneira ? Moderníssima; Comunicação por satélite? Exclusiva; Vias largas e calçadões ? Óbvio. O valor do investimento ? A estimar, pois não é um prédio. É uma cidade. Negócio de bilhões.
Pense num bairro onde você gostaria de viver na era tecnológica. Vai ser lá. Do total de quase 2.000 hectares, 72% se destinam a habitações distribuídas em padrões que vão de classe média ( 8 salários mínimos)a aero-condomínios, moradias de altos empresários e executivos que desejem desembarcar dos seus aviões executivos à porta de casa, como existe atualmente nos Estados Unidos.
O mais fantástico é imaginar viver em uma cidade auto-sustentável onde os serviços de gestão urbana funcionam, não há lixo na rua, não há poluição sonora nem visual, a segurança é eletrônica metro a metro e onde a tecnologia responde a todas as funções, inclusive com acesso a Internet em todos os espaços, em casa ou no trabalho, via satélite. Tudo operando como um equipamento de alta precisão. Este é o novo sonho de Ivens Dias Branco, com parcerias nacionais e internacionais de envergadura. E se o sonho é de Ivens, que em dois anos construiu um porto marítimo completo na Bahia com um parque industrial, é porque não é mais sonho. A terraplenagem vai começar já em 2007. O anúncio de Ano Novo deste admirável cearense, através da coluna, não poderia ser mais esplêndido.
link: http://www.opovo.com.br/opovo/colunas/deolhonodinheiro/657838.html
VÍDEO:
(não deixem de notar a irônica música do vídeo)
> EM BREVE: FOTOS DO NOSSO SIMPÓSIO!!!
.
Assinar:
Postagens (Atom)
